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Basilashvili x Rublev: o último ponto vai além da definição do campeão do Hamburg Open

Alexander Scheuber/Hamburg European Open
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Quando a família Reichel assumiu a direção do Hamburg Open em 2018, seu objetivo era modernizar o evento, e tentar fazê-lo grande novamente. Afinal, quando seu status foi rebaixado de Masters para ATP 500 em 2009, o torneio perdeu prestígio e entrou em crise.

E nada melhor do que um novo rosto para simbolizar a modernização. Quer dizer, uma nova logomarca. A arte escolhida foi ousada, mas uma forma de mostrar renovação a cada ano que passa.

A forma escolhida é dinâmica, o que significa que ela terá uma nova configuração em 2020, 2021, assim por diante. O formato dela deve simbolizar o ponto do torneio, ou seja, o trajeto da bola, começando pelo último saque do jogo.

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Em 2019, vemos na linha amarela, que Nikoloz Basilashivili e Leonardo Mayer tiveram quatro trocas de bola antes da direita vencedora que deu o título ao georgiano. No final do vídeo abaixo, publicado pelo torneio, pode-se entender melhor o ponto.

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O que irá acontecer com ela em 2020, depende do jogo entre Basilashvili e Rublev.

Ponto imprevisível, logomarca em risco

Há muitas maneiras de se finalizar um jogo de tênis, e esta é a grande preocupação da organização do evento. “Está todo mundo porguntando: O que vocês estão fazendo? E se for um ace? E se for um rally? Bom, isso será uma grande história”, conta Sandra Reichel, diretora do Hamburg Open. Ela se diz muita satisfeita com o conceito, mas brinca com a possibilidade de ele ser o símbolo do ponto menos comemorado no esporte. “Eu vou dizer aos jogadores (finalistas): por favor, não cometam uma dupla falta, porque dai eu não sei como a logo do torneio irá parecer”, brinca Reichel.

Outras mudanças

Sandra Reichel ainda não sabe como será o torneio no futuro, se voltará a ser disputado na primaveira, dento da temporada de saibro, ou se irá mudar o piso para se adaptar ao início da temporada de quadra dura.

São dois fatores que poderiam ajudar o Hamburg Open a subir de categoria novamente. Além disso, é preciso modernização, e nisto ela está trabalhando.

Ela deu uma unidade ao evento, na disposição e decoração dos estandes e também no que é oferecido fora as partidas de tênis. O teto retrátil foi trocado e para o ano que vem, o estádio central estará renovado. “Ainda há coisas para melhorar, mas temos que aprender com a primeira edição e continuar a trabalhar duro”, projetou Reichel.

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