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Presidente do São Paulo pode vender ‘pacotão’ de jogadores para reduzir dívidas; detalhes são revelados

Rubens Chiri - Divulgação - São Paulo
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Empossado como novo presidente do São Paulo na última sexta-feira (1), Julio Casares já revelou os seus primeiros planos para comandar o Tricolor dentro triênio 2021-2023. Substituto de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, Casares promete fazer o possível para “enxugar” as dívidas do clube paulista. 

Na cerimônia de posse, ocorrida no Salão Nobre do Morumbi, Casares destacou alguns pontos que serão prioridades no começo de sua administração no São Paulo. 

“O foco será a autonomia da área social, liberando a diretoria para futebol, financeiro e marketing. Em relação à nossa atenção, 80% tem que estar no futebol, área financeira e marketing”, afirmou o mandatário Tricolor.

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Foco no financeiro

De acordo com informações do Lance!, a gestão de Casares terá como objetivo reorganizar a situação financeira do São Paulo. O Tricolor acumula uma dívida de R$ 600 milhões. E um dos primeiros passos para tentar solucionar este problema seria a venda de jogadores.

O portal aponta que o São Paulo pretende receber R$ 176 milhões em negociações – em 2020, o clube alcançou R$ 137 milhões. 

O intuito da gestão Casares é encerrar a próxima temporada com R$ 460 milhões, valor inferior ao previsto no último ano, quando o balanço de contas projetava cerca de R$ 541 milhões. Diante de um superávit de R$ 12,5 milhões no término de 2021, o Tricolor vê com bons olhos o cenário e visa reduzir a dívida em até R$ 91 milhões. 

“Vai ter um realinhamento financeiro. Conto com a visão do Adilson Martins, que vai ajudar o Serginho para reorganizarmos essa dívida, com renegociação, trabalhar com prazos. Não é fácil”, afirmou o presidente do São Paulo, durante a cerimônia de posse.

Líder absoluto do Campeonato Brasileiro, tendo sete tentos de frente para o segundo colocado, o Atlético-MG, o Tricolor volta a campo na próxima quarta-feira (6), quando encara o Red Bull Bragantino, no Estádio Nabi Abi Chedid, no interior de São Paulo. Restando 11 compromissos pela frente, o time comandado por Fernando Diniz desponta como um dos francos favoritos ao título do certame nacional, algo que não ocorre desde a temporada de 2008. 

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