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Mãe de Eliza Samúdio surpreende e cobra emprego para goleiro Bruno: ‘Porque é diferente?’

Divulgação - Boa Esporte
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Nesta semana o assassinato da modelo Eliza Samúdio completou 10 anos. Julgado e condenado por ordenar o crime, o goleiro Bruno cumpriu um terço da sua pena na penitenciária, e atualmente está no regime semiaberto. Em março deste ano, ele conseguiu uma liberação da Justiça de Minas Gerais e mudou para o Rio de Janeiro.

Em entrevista à Rádio Itatiaia, a mãe de Eliza, Sônia Fátima Moura, criticou o fato do goleiro não ter sido ressocializado em outra profissão que não seja o futebol. 

“Por que ele (Bruno) tem que ser tratado dessa forma? Mês que vem faz um ano que ele está livre e sem fazer nada. Porque a justiça não encaminha ele para o trabalho? Se fosse um outro preso comum, a justiça já teria encaminhada ele para um serviço. Porque com o Bruno é diferente?”, questionou Sônia.

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Após o assassinato de Eliza Samúdio, Sônia conseguiu ganhar na justiça a guarda do filho do goleiro com a modelo. Bruninho tem 10 anos, e segundo a avó até hoje guarda mágoas do seu pai.

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Tentativas frustradas

Em quase um ano no regime semiaberto, o goleiro Bruno Fernandes tentou retornar os gramados, mas acabou esbarrando em desistências dos clubes que se mostraram interessados na sua contratação.

Ao se tornar público o possível interesse, os clubes passaram a sofrer com críticas e protestos de torcedores e moradores das cidades. Em alguns casos, até mesmo patrocinadores ameaçaram a encerrar acordo caso Bruno fosse contratado. 

No início do ano, o goleiro chegou a fechar com um empresário para viabilizar seu regresso ao futebol. Porém, a parceria só durou três meses após algumas divergências entre as partes.

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