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CBF toma decisão drástica por conta da pandemia e desiste de candidatura para sediar Copa

Divulgação - Lucas Figueiredo - CBF
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Através de comunicado divulgado em seu site e redes oficiais, a Confederação Brasileira de Futebol anunciou a sua desistência da candidatura do Brasil para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2023. Segundo a entidade, uma combinação de fatores culminaram na decisão, entre elas a pandemia do novo coronavírus, que segue assolando o país.

A CBF cita falta de garantias do Governo Federal para a realização do torneio, solicitadas pela Fifa, uma vez que o anúncio com o vencedor está bem próximo de ser anunciado.

“A CBF compreende a necessidade da Fifa de obter tais garantias e sabe que elas fazem parte do protocolo padrão da entidade internacional, sendo elemento fundamental para conferir a segurança necessária para efetiva realização de eventos deste porte”, diz uma parte do comunicado.

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O fato do Brasil ter sediado inúmeras competições esportivas de renome também foi utilizado como argumento pela entidade para a desistência. Em um intervalo de 12 anos (2007 a 2019), o Brasil foi palco dos Jogos Pan-Americanos, Copa das Confederações, Copa do Mundo, Olimpíadas e Copa América.

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O resultado

A votação que definirá a próxima sede da Copa do Mundo feminina ocorrerá no dia 25 de junho. Até o momento, Japão, Colômbia e Austrália/Nova Zelândia disputam o pleito. Fora do páreo, a CBF declarou apoio à Colômbia.

A última edição do Mundial feminino foi disputada no ano passado, na França. Recordista em títulos, a seleção dos Estados Unidos ficou com o título. O Brasil de Marta, Cristiane, Formiga e cia acabou caindo nas oitavas de final, após perder para as anfitriãs.

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