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Dudu surpreende e revela por que não batia pênaltis no Palmeiras: ‘poderia chegar o Papa’

Cesar Greco - Ag. Palmeiras - Divulgação
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Principal destaque do Palmeiras nos últimos anos, o atacante Dudu se consolidou como ídolo da torcida, e ao longo de cinco anos no clube alviverde acumula vários recordes, entre eles o feito de ser o artilheiro do século na equipe alviverde.

Em entrevista ao programa Bola da Vez, da ESPN, que foi ao ar neste sábado (07), o camisa 7 do Verdão explicou o motivo pelo qual declinava de bater pênaltis nos jogos do time palestrino.

Segundo o jogador, logo em sua chegada ao clube em 2015, ele chegou a um acordo para bater as penalidades. No entanto, o fato de ter errado algumas cobranças resultaram em críticas, muitas delas questionando que o camisa 7 não poderia ser o batedor oficial da equipe.

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Diante disso, Dudu conta que falou com o técnico Roger Machado abrindo mão do posto, e não teria que faria mudá-lo de opinião.

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“Não tem que vai fazer eu bater. Falei que não ia bater e não bati. Podia ser no tempo normal, na decisão por pênaltis… Eu não ia bater! Poderia chegar o Papa, eu não ia bater”, disparou Dudu.

Cenário muda

De acordo com Dudu, a chegada do técnico Vanderlei Luxemburgo impactou na sua mudança de pensamento. De volta ao Verdão em 2020, o professor pediu o que camisa 7 voltasse a ser o batedor principal do Palmeiras.

“Sou hoje o batedor de pênalti oficial do time. Mesmo que eu errar, vai ser eu. A gente precisa dessa confiança do treinador e da torcida. Não é porque errou um ou dois pênaltis que não tem que bater mais”, conta Dudu.

Em cinco anos de clube, o atacante ostenta o fato de ser o maior artilheiro da história do Allianz Parque, com 33 gols marcados. No duelo disputado contra o Guarani, em fevereiro deste ano, Dudu chegou a marca de 300 partidas com a camisa do Verdão, e se tornou o 33º jogador que mais atuou pelo clube na história.

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