in

Ex-jogador revela ter levado tapa na cara de seu treinador na seleção na Copa de 2014

Divulgação - Federação Holandesa de Futebol
Publicidade

Em 2014, a Seleção da Holanda acabou ficando no terceiro posto da Copa do Mundo realizada em solos brasileiros. Passados quase seis anos da competição, o ex-atacante Van Persie revelou alguns bastidores daquela campanha em entrevista ao livro que contará a biografia do treinador Louis Van Gaal. Segundo o ex-jogador do Arsenal e Manchester United, ele levou um tapa na cara do seu ex-comandante.

O episódio em questão ocorreu nas quartas de final da Copa de 2014, quando os holandeses enfrentaram a Costa Rica, na Arena Fonte Nova. Após um 0 a 0 no tempo normal, a partida foi para prorrogação e só foi definida nas penalidades. Mesmo com cãibras, Van Persie se recusou a ser substituído. Ação esta que foi prontamente respondida com um tapa por Van Gaal.

“Quando a prorrogação terminou e nos juntamos perto da linha lateral, ele chegou perto de mim e de repente me deu um tapa. Bang! Ele me deu um tapa de mão aberta e disse, com raiva: ‘Nunca mais faça isso de novo’. Fiquei em choque. Ele disse para eu seguir em frente e garantir que converteria o pênalti”, contou Van Persie.

Publicidade

A vitória

Insistente em sua permanência em campo, Van Persie fez valer o ato de indisciplina e foi o primeiro jogador a bater a penalidade para a Holanda e converteu. Ajudando assim sua equipe avançar às semifinais, onde cairia para a Argentina. Na disputa do terceiro lugar, os holandeses despacharam o Brasil, que ainda estava atordoado com o fatídico 7 a 1 para a Alemanha, no Mineirão.

Publicidade

Mudança atípica

Naquela partida na Fonte Nova, o técnico Van Gaal ainda inovou ao sacar o goleiro titular para colocar o arqueiro Tim Krul somente para a disputa das penalidades. E a mudança fora do comum, ainda mais se tratando de Copas do Mundo surtiu efeito.

Publicidade
Next post

Camisa oficial do Flamengo 2020 foi lançada em fevereiro, mas time segue parado

Urgente: Estudo aponta que duelo da Champions League provocou 41 mortes por coronavírus