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Andrés Sanchez explica cortes no Corinthians por conta da crise e faz alerta preocupante

Divulgação - Corinthians
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A pandemia do coronavírus deixou não só o calendário do futebol brasileiro incerto como instaurou uma crise financeira nos clubes. Além da ausência de receitas por bilheteria, os clubes ainda se depararam com queda significada no quadro de sócios-torcedores e também tiveram patrocínios suspensos ou com o devido pagamento atrasado. 

O cenário no Corinthians não é diferente da maioria. O clube que já vivenciava uma fase delicada antes mesmo da crise, ligou de vez o alerta na questão financeira. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o presidente alvinegro, Andrés Sanchez detalhou os cortes realizados durante a pandemia, e fez um forte alerta, que segundo ele se aplica também a outros clubes.

“Estão pagando em dia sim (os patrocinadores), mas dos nove que temos, seis suspenderam o pagamento e três estão pagando 25%. Se o futebol não voltar no mês que vem, todos os clubes não cumprem seus compromissos”, afirmou o mandatário.

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Segundo Andrés, os patrocinadores que estão pagando somente os 25%, voltarão depositar o valor integral quando o futebol for retomado. 

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Medidas alternativas

Para amenizar os impactos financeiros da crise, o Timão teve que reduzir o salário dos jogadores em 25%. Já o corte nos vencimentos dos funcionários varia até 75%. Mergulhado em um cenário preocupante economicamente, o Timão fechou o ano de 2019 com um déficit de R$ 177 milhões, o índice mais expressivo na história do clube.

A última partida do alvinegro paulista antes da paralisação do futebol ocorreu no dia 15 de março, quando empatou com o Ituano, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista, onde corre sérios riscos de uma nova eliminação precoce, a exemplo do que foi na Copa Libertadores.

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