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Lateral diz que Cruzeiro não seria rebaixado com Ceni e revela postura dos ‘cobras’

Vinnicius Silva- Divulgação - Cruzeiro
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A passagem de Rogério Ceni no comando do Cruzeiro na temporada foi “relâmpago”. Com a árdua missão de recolocar uma equipe que estava em crise de volta aos trilhos, o treinador não resistiu nem dois meses no cargo. Envolto à inúmeras polêmicas dentro e fora das quatro linhas, a equipe celeste não mostrou resultado com outros comandantes e amargou o rebaixamento no fim da temporada.

Hoje defendendo as cores do Red Bull Bragantino, o lateral-direito Weverton, que integrava o elenco da Raposa na temporada passada, afirmou que se Ceni tivesse continua à frente da equipe mineira, o cenário no fim do ano poderia ter sido outro. 

“Se o Rogério Ceni estivesse lá, o Cruzeiro não teria caído”, frisou.

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Alçado aos profissionais na temporada 2019, Weverton relembra como foi o amargo descenso na equipe celeste.

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“Foi um sentimento muito ruim. Foi a primeira vez que passei por isso. Ver o Mineirão daquele jeito no último jogo, com todo mundo quebrando o estádio, foi frustrante”, afirma o jovem de 20 anos, revelando também que o comandante tinha um “trato” especial com os jogadores mais jovens.

Crise nos bastidores

Contratado para substituir Mano Menezes durante o Brasileirão, Rogério Ceni só treinou o Cruzeiro em oito partidas, e acabou protagonizando conflitos com jogadores mais experientes do grupo celeste, entre eles Thiago Neves e Dedé.

Comportamento dos ‘cobras’

Segundo Weverton, os jogadores mais experientes do elenco celeste de 2019 tinham um comportamento diferente para com os jovens alçados das categorias de base.

“Os jogadores ‘cobras’ não conversavam as coisas perto dos jogadores da base, conversavam mais entre eles, mais reservado”, contou.

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