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Guerra se diz frustrado e detona postura do Palmeiras: ‘falta de respeito’

Divulgação - Palmeiras - Cesar Greco
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Contratado com grande expectativa pelo Palmeiras após brilhar com a camisa do Atlético Nacional, na campanha vitoriosa da Libertadores do time colombiano em 2016, o meia Alejandro Guerra não conseguiu desempenhar um bom futebol na equipe paulista, tanto pela falta de sequência quanto pelas lesões.

Possuindo contrato com a equipe palestrina até o fim do ano, o jogador segue com destino incerto após ser avisado pela diretoria alviverde que não seria aproveitado pela atual comissão técnica. Em entrevista ao podcast El Drink Team, o venezuelano desabafou sobre a situação, e alegou falta de respeito por parte do Palmeiras.


“Estava treinando à parte, em outro horário. Isso não se faz com ninguém, é uma falta de respeito, em todos os sentidos da palavra. Se a equipe treina de manhã, eu treino à tarde. Se a equipe treina à tarde, eu treino de manhã. É uma falta de respeito comigo. Ninguém merece isso. Isso me deixa triste, me faz não confiar no meu potencial, no meu futebol”
, disparou Guerra.

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O jogador venezuelano foi emprestado ao Bahia na temporada passada e regressou ao Verdão em dezembro. Antes da paralisação do futebol em decorrência da pandemia do coronavírus, o jogador vinha treinando separado do elenco principal comandado por Vanderlei Luxemburgo.

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Contratação cara

Grande destaque da equipe do Atlético Nacional em 2006 juntamente com Miguel Borja, que também ainda tem contrato com o Palmeiras, Guerra custou caro aos cofres palestrinos. Na época, a Crefisa – patrocinadora do clube – desembolsou US$ 3,7 milhões (à época, R$ 12.001.487,40).

Em meio à pandemia, o Palmeiras segue com as suas atividades no CT suspensas. Os jogadores retomaram as atividades na última segunda-feira (04), acompanhados pelo departamento físico de forma online.

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