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Após demissões em massa, Flamengo toma outra medida drástica para amenizar crise

Alexandre Vidal - Divulgação
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Embora tenha segurado ao máximo possível para promover cortes significativos, o Flamengo teve que adotar algumas medidas para tentar amenizar os impactos da crise por conta da pandemia do coronavírus. Após efetivar a demissão de mais de 60 funcionários que trabalham na Gávea e Ninho do Urubu, a diretoria rubro-negra fez um acordo para a redução salarial dos demais empregados.

Em um acerto coletivo realizado junto ao Sindiclubes, o Flamengo fixou um corte de 25% dos vencimentos dos funcionários que recebem mais de R$ 4 mil por mês. O acordo evitará que ocorram novas demissões no quadro de funcionários. A redução será em referência aos meses de maio e junho.

Elenco na pauta

A diretoria rubro-negra seguirá buscando alternativas para reduzir os gastos. Nesta próxima semana, a cúpula diretória do Fla deve iniciar as conversas com o elenco profissional e a comissão técnica para fechar um acordo de corte dos vencimentos. Os jogadores, por sua vez, já se mostraram positivos à redução, em solidariedade aos funcionários, e sentarão para definir a redução.

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Vai voltar 

Enquanto aguarda o aval das autoridades para a retomadas das atividades, o Flamengo já elabora em seus bastidores protocolos de segurança para os jogadores e funcionários, obedecendo assim as recomendações dos órgãos de saúde. 

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Todos os equipamentos serão esterilizados. A academia e cozinha do Ninho do Urubu provavelmente ficarão interditadas.

No último sábado (02), jogadores e seus familiares e comissão técnica foram testados em suas respectivas residências.

E você torcedor, acha que o futebol brasileiro deve ser retomado mesmo em meio à pandemia?

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