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Apresentador do SporTV detona possível retomada do futebol em meio à pandemia

Reprodução - SporTV
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Mesmo com o Brasil não tendo vivenciado ainda o “pico” da pandemia do coronavírus, a discussão para viabilizar uma possível volta das atividades segue em pauta pela CBF, Comissão Nacional de de Clubes, federações e até mesmo o governo federal. Contrário à ideia de retomada dos treinamentos e certames, o apresentador André Rizek, do SporTV, não poupou críticas ao governo, e opinou que este não é o momento para tal medida.

Na edição do “Seleção SporTV”, o jornalista afirmou que não se sente confortável discutindo sobre o assunto em tempos de pandemia, uma vez que o Brasil está dois meses atrás dos países europeus que sofreram intensamente com a pandemia. E as autoridades destes países, diferentemente do nosso país se mostram preocupados com uma possível volta dos esportes e pedem cautela às federações.

“O governo brasileiro está estimulando essa volta, até como um sinal de volta à normalidade. O alerta, porém, que a gente tem no Brasil, é que estamos dois meses atrás na pandemia em relação aos europeus”, disse Rizek, complementando na sequência.

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“Eu me sinto até mal em falar de volta do futebol, volta à normalidade. Como é que a gente vai voltar a treinar, a ter jogo, mesmo com portões fechados, com os corpos sendo empilhados em frigoríficos?”, disparou o apresentador.

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Casos da Covid-19 no Brasil

Crescendo exponencialmente nos últimos dias em nosso país, a pandemia do coronavírus já registrou mais de 81 mil casos – destes, mais de 32 mil já se recuperaram – e 5.628 mortes.

São Paulo aparece como principal epicentro da pandemia em nosso país, tendo computado mais de 26 mil casos positivos e 2.247 mortes em decorrência da doença. Rio de Janeiro e Ceará aparecem logo na sequência como as regiões mais afetadas pelo vírus.

CBF libera os treinos

Na última terça-feira (28), a CBF autorizou que as equipes voltem às suas respectivas atividades. A entidade deixou cada clube ficar responsável pelo regresso, desde que os mesmo consigam a liberação junto às autoridades de saúde e respeitem todas as recomendações para evitar a disseminação do vírus. 

A entidade ainda sugeriu uma possível volta dos certames para o dia 17 de maio, posicionamento este que foi alvo de críticas.

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