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Corinthians adota medida drástica por conta da crise do coronavírus

Divulgação - Corinthians
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A pandemia do coronavírus tem impactado diretamente o fator financeiro dos clubes brasileiros. Sem receitas por bilheterias pela falta de jogos, patrocinadores declinando ou atrasando acordos, as equipes estão encontrando enormes dificuldades de arcarem com os seus vencimentos. Não imune à isso, o Corinthians teve que adotar uma postura drástica para não “colapsar” financeiramente.

Em comunicado que a Gazeta Esportiva teve acesso, o clube alvinegro informou que reduzirá em até 70% os salários de seus funcionários. A medida provisória impacta que recebe acima de R$ 3 mil. Em paralelo à medida, a jornada de trabalho e pagamento do vale refeição também sofrerão cortes na mesma proporção.

Em contrapartida, o Timão se compromete a manter os benefícios de assistência, odontológica e vale alimentação. A alternativa buscada pelo clube de reduzir os gastos atingirá de forma intensa os funcionários que estão sem trabalhar nas áreas do clube, como Parque São Jorge, Arena Corinthians e CT Joaquim Grava, uma vez que as atividades seguem paralisadas e sem previsão de retorno.

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Segundo apuração da Gazeta Esportiva, os funcionários que estão executando suas respectivas funções terão condições diferenciadas na redução salarial, onde o corte deve ser de 50%, no máximo.

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A iniciativa que tem também como um dos objetivos não promover uma demissão de funcionários em massa, começará a valer a partir do dia 1º de maio, e irá até o final do mês, podendo sim ser estendida, ou até mesmo suspensa, caso as atividades sejam retomadas.

Cenário indefinido

Com os números da pandemia crescendo significativamente nos últimos dias, a volta do futebol no país segue em aberto. Em reunião realizada na última terça-feira (28), a CBF autorizou que os clubes voltem aos treinamentos a partir desta sexta (01).

No entanto, pelo fato de cada estado viver uma realidade nos índices da pandemia, os clubes decidirão isso de forma individual, após conseguirem a liberação das autoridades e dos órgãos de saúde.

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