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Ronaldinho Gaúcho fala sobre a receptividade encontrada no Paraguai

Reprodução - Instagram - Ronaldinho Gaúcho
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Em entrevista exclusiva ao jornal local ABC Color, o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho quebrou o silêncio para falar sobre a sua prisão no Paraguai e de todo o carinho recebido no país vizinho. Segundo o craque, a receptividade dos paraguaios tem sido gigantesca desde sua chegada ao país no início de março.

Surpreso com o episódio dos documentos falsos, que acabaram culminando na sua prisão e do seu irmão Assis, Ronaldinho Gaúcho afirmou que a todo momento foi muito bem recebido pelos paraguaios, inclusive no Agrupación Especializada, prisão da Polícia Nacional, em que ficou 32 dias detido.

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“Eu sinto o carinho, amor e respeito de todos os paraguaios desde o primeiro dia que cheguei no país. Todas as pessoas com quem tive na Agrupação, me receberam com gentileza, jogando futebol, dando autógrafos, fotos. Faz parte da minha vida, não teria motivos para parar de fazê-lo, ainda mais com pessoas que viviam momentos difíceis, como eu”, pontuou o ex-jogador.

Motivos da ida

De acordo com o craque, a sua ida ao Paraguai foi para participar de diversos eventos sob contratos geridos pelo irmão Assis. No entanto, o “Bruxo” se disse surpreso pelo fato dos documentos que eles entraram no país serem falsos.

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Ainda na entrevista, Ronaldinho afirma que tem colaborado de todas as formas possíveis com as investigações da polícia do Paraguai. Após 32 dias detidos no Agrupación, a dupla conseguiu viabilizar a transgressão para prisão domiciliar. Desde o início do mês, os brasileiros estão hospedados no Hotel Palmaroga, em Assunção, após pagarem mais de R$ 8 milhões de fiança. Ainda não há um prazo fixo para o término das investigações e os dois são obrigados a permanecer no país vizinho.

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