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Cruzeiro toma medida drástica para minimizar crise financeira por conta do coronavírus

Vinnicius Silva - Divulgação - Cruzeiro
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A pandemia do coronavírus tem impactado e muito o futebol brasileiro. Sem receitas por bilheterias e notabilizando queda no quadro de sócios-torcedores, o aspecto financeiro começa a preocupar. Não estando fora disso, e com as finanças já um tanto quanto complicada antes mesmo da pandemia, o Cruzeiro anunciou na noite da última sexta-feira (24), a suspensão de contratos de trabalho de parte de seus funcionários.

O objetivo do clube celeste é minimizar os problemas por conta da pandemia. O prazo de suspensão é de 60 dias. Contudo, os funcionários podem retomar suas respectivas atividades antes do término do período, caso os certames seja reiniciados ou se cada departamento específico necessite.

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“No entanto, com os campeonatos paralisados, optamos por suspender os contratos de trabalho, para que possamos manter os colaboradores conosco e para que a gente consiga passar por esta fase com responsabilidade financeira. É uma tentativa de manter os empregos”, disse o presidente do clube, José Dalai Rocha.

Férias aos jogadores

A exemplo de outras equipes, o Cruzeiro concedeu férias aos seus jogadores no início do mês para até o dia 20 de abril. No entanto, como o cenário na pandemia se intensificou, o prazo foi postergado em mais dez dias. Além das férias, o clube ainda reduziu em 25% os salários dos atletas.

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O último jogo da equipe mineira na temporada se deu no dia 15 de março, quando perdeu para o Coimbra por 1 a 0, em jogo do Campeonato Mineiro. Antes do certame estadual ser paralisado, a Raposa ocupava a quinta posição, com 14 tentos somados – sete pontos a menos em relação ao líder América-MG.

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