in

De volta? Presidente do Corinthians dá declaração importante sobre Jô e Balbuena

Divulgação: Globo Esporte
Publicidade

Mesmo em meio à pandemia do coronavírus, os rumores do mercado da bola seguem a todo vapor. No Corinthians, cogitou-se nos últimos dias possíveis retornos de atletas que brilharam com a camisa do clube no passado. Os nomes citados foram o do atacante Jô, atualmente no Nagoya Grampus, do Japão, e também do zagueiro Balbuena, do West Ham.

Em entrevista à Band nesta quarta-feira (22), o presidente do Timão, Andrés Sanchez foi questionado sobre o assunto, e fez questão de abrir as portas para a dupla. Na semana passada, o atacante Jô despistou sobre uma possível volta ao clube do Parque São Jorge em um curto período. O jogador tem contrato com a equipe japonesa até o fim do ano.

Publicidade

“Se ele não renovar no Japão, as portas estão abertas aqui, ele sabe disso, é um grande amigo, um grande jogador, mas hoje não tem conversa nenhuma. Enquanto ele não estiver livre, não adianta”, disse o mandatário do Timão.

Questionado sobre Balbuena, Andrés foi mais cético, afirmando que embora haja a possibilidade retorno, os valores no entanto, surgem como incompatíveis à realidade do Corinthians no momento, principalmente em tempos de pandemia.

Publicidade

“Se aceitar salário de Corinthians, pode voltar amanhã. Lá ganha (esse valor) por semana. Tivemos atrito, discussão de alto nível, mas foi um cara 100%. Renovou contrato sabendo que ia embora, não deixou o Corinthians de mãos vazias que nem o Despacito (Romero).”

Outros nomes descartados

Ainda na entrevista, o mandatário do Timão descartou que o clube tenha interesse nas contratações dos atacantes Róger Guedes, que está no Shandong Luneng, da China, e o ex-Palmeiras Keno, que atualmente defende o Al-Jazira, dos Emirados Árabes Unidos.

Em decorrência da pandemia do coronavírus, o Corinthians segue com suas atividade suspensas, tendo volta prevista para o início de maio.

Publicidade
Next post

Grêmio pode receber bolada se lateral do Porto for vendido para o PSG

Neymar Jr. e uma estratégia para boicotar a assinatura de Mbappé